Está na moda e é bem aceite pela própria extravagância da 'noite'. São fomentados por ela. Desde as pitas do drum'n'bass que só fazem broches a DJ's ou a dealers de branca e dão as suas jovens pussies a trintões rebarbados que se estão completamente a cagar para o pedaço de carne à volta das suas vaginas adolescentes. Até mesmo os gays que pensam que por serem extravagantes são muita doidos e malucos, que usam drogas de 'lojas de fertilizantes' para ficarem mais libertos e libidinosos não respeitando sempre as preferências sexuais dos outros, mantendo-se perto de gajas boas, para estar perto de gajos. TENHO SAUDADES DE PESSOAS NORMAIS. Independente da raça, credo, estatuto ou cor. Mas Lisboa é uma cidade tóxica que mata as pessoas por dentro, onde elas se perdem na boémia, nas drogas, tal e qual um opiário do Sr. Campos.
Isto irrita-me e entristece-me. Vejo pessoas a cheirar branca do chão, a olharem para saquinhos disto ou daquilo como um cãozinho a babar por um osso. Todas estas substâncias nunca foram para isso. Nunca foram para nos dominar, nós, que as criamos e sintetizamos. E agora o feitiço virou-se contra o feiticeiro? As pessoas não respeitam o corpo, principalmente o cérebro, não são humildes, usam drogas para ter mocas. E isto também me irrita. As pessoas perderam o conteúdo, perderam-se a elas próprias, e neste momento são carcaças humanas que vagueiam pelas ruas do bairro alto, sozinhas ou acompanhadas. As mesmas pessoas que originam a abstenção e depois se queixam das medidas do governo, ou até mesmo que votam só porque sim e se queixam da situação económica actual. Já ninguém faz a sua parte.
Estas pessoas têm de acordar. Isto não é um manifesto utópico. Não generalizei de maneira nenhuma, só estou a dizer que estas pessoas existem. Vai um whiskey com soda cáustica?