O tenro calor da vossa vagina,
foi um vortex que me sugou.
Não consegui resistir.
A minha alma não se calou.
Até ter o vosso sumo quente e doce.
O vosso corpo era um mar de prazer,
De desejo.
Uma praia paradisíaca pela qual,
Eu ansiava.
O prazer vinha misturado com dor.
Perdia-me na essência da semântica
ao tentar descrever-vos de forma perfeita.
O vosso toque, o vosso cheiro,
são mais do que simples palavras.
Perdoem-me por nunca vos ter amado.
Hoje sim vejo uma tal que parece a tal.
Mas talvez não seja, não sei.
Não quero saber, quero ser animal.
Quero agir por instinto.
A Natureza nunca se engana.
Aprendi a controlar o meu ímpeto,
mas nunca o meu instinto.
Hoje sou dela, sem o ser.
A ninguém pertenço, a ninguém quero pertencer
Mas ela sabe que sou dela, sem ninguém saber.
Sem comentários:
Enviar um comentário