Aquele filho da puta ingrato,
Sim! esse mesmo.
Esse filho da puta venenoso,
cuja semente ditou a minha existência.
Esse filho de uma saca de putas,
que envenena tudo e todos à minha volta.
Que dá o dito por não dito,
Traindo-me a cada passo que dá.
Esse filho da puta pagará com a morte,
todos os impropérios que fala diariamente,
A quem o ouve desejo também a morte.
Mas antes a surdez.
Esse filho da puta insuportável,
É! Ele mesmo!
Não me sentarei na mesma mesa que tu.
Tresandas a cinismo!
Pelo nada que fizeste por mim,
e pela educação que não me deste,
pedes algo em troca que ainda não percebi.
Vai para o caralho.
Seu filho da puta ingrato.
Não te odeio.
Não te abomino.
Simplesmente te desprezo.
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