Um dia ainda vou perceber porque é que TPM prevalece sobre a inteligência. Vou perceber porque é que tiram fotos às pernas com vista para o mar, self-pics em frente ao espelho, mostram as unhas, o cabelo, partilham isto aquilo e o outro... Mas só as outras é que são umas putas! Um dia ainda vou perceber o «porquê» de andarem sempre pegadas umas com as outras, vou perceber porque é que não se dão bem, e porque é que são cínicas. Um dia ainda vou provar que as mulheres são mais animais que os homens. Um dia ainda vou perceber porque é que num dia gostam de uma coisa, e no outro dia odeiam, alegando que nunca gostaram, e quando confrontadas com o facto de possivelmente terem sido cínicas/mentirosas/hipócritas, engasgam-se e tentam mudar de assunto metendo os pés pelas mãos. Um dia ainda vou perceber porque é que não conseguem manter a fasquia alta tentando sempre alinhar nas coisas novas, mesmo que essas coisas novas sejam coisas que não impliquem ter dinheiro. No início das relações ficam tão molhadinhas com esses romantismos... Mas depois tudo o que querem mesmo é um Zé que tenha sempre saldo positivo na conta, na sua, ou na dos pais. Para poder ir jantar, passear. E quando são elas a pagar tudo bem! Desde que não seja sempre! "Hoje eu, amanhã tu" - parece-me um bom acordo. Não percebo a recusa do anal. Vocês ficam com o cu a doer um bocadinho, nós abdicamos de foder outras mulheres! Não é um bom acordo? Ah... bolas. Can't blame me for trying. É mais engraçado mantermos a hipocrisia em que nenhum de nós vê outros perfis de facebook, e nenhum de nós olha para outras pessoas na rua. E sobretudo nenhum de nós fantasia com outras pessoas. E nenhum de nós se masturba a pensar noutras pessoas. Ok, vamos viver nessa ilusão. É que eu não me importo com nada disso. Desde que não haja um gajo (à excepção de mim claro) a entrar na minha mulher está tudo bem com o mundo. Querem compreensão quando não estão bem. Querem companhia. Querem que abdiquemos de coisas que gostamos de fazer. Detestam todas as nossas amigas boazonas. Principalmente as que elas adivinham que nós já fodemos. As mulheres cheiram isso a kilometros de distância. E depois há os parvalhões como eu que contam tudo para que ela se sinta bem e integrada, e que perceba que ela é o meu melhor amigo, a minha melhor amiga. Posso contar tudo que não tem consequências. Não tem? O real caralho é que não tem. Estraguei todas as minhas relações à pala da minha boca grande, língua comprida, chamem-lhe o que quiserem. De certa forma elas precisam de saber que existem mulheres lá fora, a competição acende-lhes a chama, elas não se importam de nos perder, mas não para outra gaja. Deixa-as loucas. Porque se o gajo que elas tanto amam ficar sozinho numa depressão amorosa e elas entretanto arranjarem um Zé para as confortar e fazer uns minetes com uma técnica diferente tudo bem. Agora quando nós vamos foder aquela gaja que nos ficou atravessada há dez anos atrás. Somos umas bestas. Uns enormes montes de merda. A sério. Bem haja ao criador das mamas, dos cús, das coninhas, das caras bonitas, dos corpos esbeltos, do sentido de humor, da sensualidade, da inteligência, e de outras tantas qualidades que as mulheres possuem. Se não fosse por isso, andava de certeza a comer cú de homem. Fodasse, sacode.
O whiskey com soda cáustica de hoje vai para as mulheres. Criaturas incompreendidas, que se chamam putas umas às outras sem motivo aparente, onde muitas das vezes o argumento para chamar puta a alguém é: "não gosto dela, é uma puta". Ah as mulheres...
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