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quarta-feira, 26 de março de 2014

Hoje é à bruta.

Nas temporadas que o observador passa sem deitar cá para fora aquilo que absorve, ocorre um fenómeno pouco engraçado chamado: "encher". Ou "acumular". Ou... Enfim, you get the picture. O problema é que eu já tinha há muito perdido a noção que ainda viviamos num antro de pessoas execráveis chamado "Portugal". A coisa em Lisboa piora. Há sítios não tão maus. Mas há pessoas péssimas. Há pessoas que levam outras a ponderar homicídio como uma boa solução para a sua saúde. Aquela sensação de paz que deve ser passar uma naifa na jugular de alguém só para obter aquele momento de silêncio que tornaria tudo perfeito durante cinco minutos. Momento esse arruinado por pessoas que não conseguem manter-se caladas porque ser desagradável lhes está nos génes. Não que tenha sido passado pelos pais, mas talvez pela avó, ou por uma prima muito distante. O mundo ficava lindamente sem algumas pessoas e isso não é novidade para ninguém. Mas é que mesmo assim há quem insista em foder-te a vida com todos os sopros de vida que possuem. Esquecendo-se por sua vez que "a vida é um sopro" como diria Niemeyer. A pergunta que fica é: "o que é que estes filhos de uma grandessíssima saca de putas querem levar desta vida?". Ninguém sabe.

O que é sabido por sua vez, é que estas pessoas vão continuar a levar a puta da vida certinha como o relógio, sempre à procura de alguém para pisar. Até ao momento em que se fodem e percebem que têm pela frente alguém que não só está à altura, como os supera, os atropela, os mastiga e cospe e deixa para os outros verem no chão a amálgama de lixo que eles são. Estas pessoas são aquelas que ao mesmo tempo que um chinês caga num bidé, elas nascem pela cona das suas mães que deveriam ser processadas pelo fiasco de células que está a emanar das suas conas. Dando origem áquilo que está descrito nos escritos sagrados como ''uns futuros filhos de um grande comboio cheio de putas''. E é com estas linhas que a sociedade se vai cosendo, infelizmente claro está, ninguém tem culpa de parir, mas a bem ver se certas mães soubessem que iriam parir certos montes de merda creio que arrancariam os seus ovários com um canivete suiço ou possivelmente injectariam ácido sulfúrico para dentro das suas vaginas. É gráfico o suficiente?

É tão triste mas tão triste o facto de termos de conviver com estas coisas que nunca serão pessoas.  Nada me deixa mais triste que saber que estes parasitas consomem água de um planeta que desprezam, que preferem gastar recursos naturais em noitadas enquanto podiam perfeitamente deixar para quem realmente é habitante deste planeta. "Ah e tal mas os virus também habitam o nosso planeta" - pois é, mas mesmo os virus são exterminados. Estes pedaços de gosma tendem para se reproduzir, ou seja são netos de putas, já que os pais são filhos. Que grande merda. Bem sei que já falei da tóxica Lisboa, ela muda as pessoas, e por momento algum isto se presta a ser um auto de raiva, ou de ódio. A violência das palavras é somente porque... Hoje é à bruta.

Hoje não há whiskey, só soda cáustica, e para os olhos dos acima descritos.

Nathan.